Sem trinca

Ainda não deu a trinca que estamos esperando: três vitórias. Mas está perto de chegar. O Paraná Clube empata e a dupla Atletiba ganha dois jogos importantes. Mas, apesar dos resultados, nem tudo são flores. Vejamos porque:

 

Paraná Clube

O Paraná Clube empatou com o São Caetano, mas se levarmos em consideração que “eles” estavam com um a menos, foi um resultado ruim num campo neutro. Por sorte, ainda continua no G4. Os que estão atrás estão perto. É bem verdade que a série B está equilibrada desde o começo, mas o Paraná ainda não conseguiu ficar “folgado”, com sobras.

 

Um comentário à parte da série B: Por que diabos estão chamando a Portuguesa de “Barcelusa”?

É cada coisa, viu!

 

Coritiba

O Coxa conquista sua primeira vitória fora de casa, mas se não conseguisse esse feito contra o “todo-poderoso” América-MG, com público de menos de 700 torcedores, não ganharia de ninguém. Não desmereço a partida que o Coritiba fez, méritos para Tcheco que desde que virou titular vem sendo o principal jogador. Destaque para os autores dos gols: Marcos Aurélio, que saiu tranqüilo de campo dessa vez e “Bill Sorrisão”, que parece não ter ganho outro boneco com o gol no São Paulo. Um gol logo de cara já deu um gás a mais para o time que contou com defesas salvadoras de Edson Bastos.

E na quarta, o Porco vem aí. De novo. Maurício Ramos, ex-jogador do Coritiba, disse que 6 a 0 de novo, nem a pau. Momentos diferentes. Campeonato diferente. Essa é a chance do Coxa fazer sucesso novamente.

 

Atlético

E o jogo mais emocionante dos nossos foi o do Atlético, sem dúvida alguma. Um jogo que ficará marcado na memória do torcedor atleticano por muito tempo. O Atlético antes do jogo era o lanterna que havia ganhado apenas um jogo no campeonato e que iria jogar contra o campeão da Libertadores com direito a jogador de seleção brasileira, de quebra, os mais badalados, seja por sua qualidade de Ganso e Neymar, seja pelo mico de Elano. Depois do jogo, o Atlético saiu com a vitória que ninguém esperava e mesmo depois do término, a torcida estava alucinada, ninguém queria saber se estavam na zona de rebaixamento, o que importava era a vitória na raça, suada, com vontade, a certeza de que o Atlético pode sair dessa situação. A motivação do Atlético de hoje é totalmente diferente do primeiro semestre. Méritos ao Renato Gaúcho que mostrou ao grupo que eles podem. Apesar da fragilidade que ainda existe, já deu pra perceber que é só querer jogar, honrar a camisa que o resultado vem. Fez dois gols logo de início e deixou tomar o empate, se não fosse Marcinho, a história seria outra.

 

Taça BH

E como se já não bastasse a vitória no profissional para o Atlético no domingo, na Taça BH os meninos foram bem. Pelas oitavas de final, o 0 X 0 levou Goiás e Atlético para os pênaltis e o Furacão levou a melhor, com 6 X 5. Hoje é dia do Coritiba enfrentar o Cruzeiro. Quem vencer enfrenta pelas quartas de final o Atlético-MG, que passou pelo Corinthians nesta tarde.

Quase perfeito

Final de semana bom para todo mundo, ou para quase todo mundo. O Paraná conquista pontos importantes fora de casa, o Atlético ganha a primeira partida do campeonato e o Coritiba empata em Salvador e traz um ponto para Curitiba. Ah, e o Uruguai conquista o título da Copa América merecidamente. Seria injusto se o Paraguai levasse essa.

Identidade tricolor

O Paraná fez uma partida excelente. Nunca se viu uma sintonia tão forte entre todos no clube, a maneira como vêm jogando é admirável. Como esse ano não tem Copa do Mundo, vai ser mais fácil manter o ritmo sem desanimar. Não sei porque foi tão difícil para os outros adversários vencer no Heriberto Hülse, o Criciúma foi um time sem criação e parava na defesa do Paraná. O Tricolor se mostra arrumado, sabendo o que fazer. Méritos de todos que, agora, trabalham em grupo, na coletividade. Não existe estrela ou jogador principal no clube. O Paraná Clube criou uma identidade, como há tempos não se via. Vale destacar a torcida que compareceu em peso e deu show nas arquibancadas em Santa Catarina. Um final de jogo contagiante, emocionante e que comprova ainda mais o comprometimento de todos com o clube.

Três pontos, finalmente

Sabia que chegaria logo a primeira vitória do Atlético sob o comando de Renato Gaúcho. Foi na raça, na vontade. Vi a escalação antes do jogo e comentei “impossível o Atlético não ganhar hoje”. Edílson estreou e mostrou que é um ótimo lateral, estava no banco no Grêmio por Gabriel ser um jogador excelente. O rubro negro mostra comprometimento, diferente de épocas passadas que não se via vontade dos jogadores. Acho muito cedo dizer que Morro García irá puxar o Atlético para cima da tabela. Ele é centroavante e fez o que sabe fazer: gols. Dois gols numa partida só e começa a ganhar confiança da torcida e de Renato Gaúcho que vem pedindo um matador. Contraditório. Depois que Paulo Baier saiu, apesar de ser importante pelo espírito de liderança no grupo, o time melhorou, não se viu mais aquela dependência do time na espera que ele criasse as jogadas. O maestro é decisivo, por isso deixaria ele sempre no banco, para entrar durante a partida. A torcida apoiou o time e comemorou efusivamente ao final da partida. Comemoram o recomeço.

Zero

Apesar de ter conquistado o primeiro ponto fora de casa, o Coritiba não foi efetivo e não saiu do zero a zero contra o Bahia por falta de sorte. Um jogo onde o Coxa poderia sair vitorioso, mereceu ter se saído melhor no placar. Mas a bola parecia não querer entrar, nem pancada de Léo Gago e nem bicicleta de Marcos Aurélio balançou as redes. Bill perdeu muitas chances. Lamentável para um time que joga bem, mas não acerta o gol fora de casa. Dominou a partida inteira, até mesmo depois do Leandro Donizete ser expulso. Falta objetividade, conclusão. As vezes, na ânsia de marcar o gol se atrapalham. A verdade é que essa frustração de não ganhar fora de casa me parece afetar o grupo. Os jogadores estão nervosos. O primeiro sintoma foi a discussão de Jonas com os companheiros para ver quem batia falta, o segundo sintoma no jogo de ontem quando Marcos Aurélio “soltou os cachorros” com o grupo. Não pode deixar que plantem uma crise no Coritiba, precisa acertar o caminho da vitória fora de casa que essa frustração passa e as coisas se acalmam. A torcida mais zangada do final de semana é a do Coxa. E sobre a situação do Davi, veremos no próximo jogo se ele quer sair do Coxa jogando o que pode, sem fazer corpo mole. Sim, porque acredito que vá sair antes de jogar seis partidas no Brasileiro. Ultimamente vinha fazendo pouco caso nos treinos, se isolava, acredito até que seja por causa dos problemas pessoais, mas não podia deixar isso afetar no seu trabalho e foi o que aconteceu.

Ressurgindo

E o Uruguai vence a Copa América pelo bom futebol que mostrou, a melhor seleção dessa Copa que deixou a desejar. Venceu quem merecia. Decepcionante a atuação de Sálvio Espínola que até agora não sei porque foi chamado para a Copa América.

Vergonha

A seleção brasileira conseguiu ser pior do que imaginávamos. Tiveram 120 minutos para marcar um gol que estava fácil de ser feito e não marcaram por incompetência. Sim, incompetência, pois acho Alexandre Pato uma enganação. Não temos mais craques como antigamente. Nessa seleção somente alguns se salvam, porque os outros não são competentes para vestir a amarelinha. Com certeza muitos torcedores devem ter imaginado o jogador de seu clube nas chances de gol que o Brasil teve “se fosse fulano tinha feito”. São dignos jogadores de seleção Julio César, Lucio, Maicon, Daniel Alves, Adriano e Ganso, arrisco dizer que até Neymar não estaria cem por cento preparado para a seleção principal. O certo é que a cada derrota perdemos mais a força do futebol brasileiro, os adversários não vêm mais com medo de nos enfrentar. Depois de quatro pênaltis perdidos, não fiquei triste, fiquei com mais certeza de não adianta mais sofrer pela seleção brasileira. Fico com minhas dúvidas: será que esse jogo não foi vendido? Será que não está na hora de voltar a fazer uma seleção de verdade, a seleção dos melhores jogadores do Brasil e deixar de ser uma seleção de empresários?

De uma coisa eu tenho certeza: Dunga deve estar sorrindo hoje.

Aposto no Uruguai para essa Copa América.

E vamos voltar para as maravilhas do nosso futebol paranaense, que comparado aos jogos da seleção são bem melhores. O Paraná Clube levou a torcida para o estádio naquela maravilhosa sexta feira onde o céu ficou azul o dia inteiro e só faltava uma vitória. Ela veio. O Paraná voltou a se impor dentro de casa, coisa que não víamos há tempos. O Vila Nova não era um grande adversário, mas qualquer precaução era bem vinda. Vi um time aguerrido, com vontade e lutando. O gol marcado de pênalti do Vila Nova veio para dar mais ânimo para o Vila, mas só passaram vontade. 2 a 1 para o Tricolor e novamente entram no G4. Não deixar a produção cair e continuar essa pegada até o final do campeonato.

O Atlético continua com jejum de vitórias. Perdeu, mas jogou bem contra o Vasco – curioso é que esse discurso é alternado entre a dupla atletiba. Renato Gaúcho mudou a tática e melhorou. Azar do Renan Rocha que falhou no primeiro gol. Azar do Madson que não acertou nenhum chute a gol das várias oportunidades que teve. Azar do Renato Gaúcho que está pedindo atacante matador enquanto o Atlético gasta milhões com El Morro que não é o que ele quer. E agora, como fica?

E o Coritiba ganha do Fluminense no Couto Pereira. Dever de casa cumprido. Pelo menos nesse jogo deu a impressão de que o “time sensação” está voltando. O futebol do começo do ano está dando sinais que está saindo do DM. Aliás, com os jogadores saindo de lesão está mais fácil montar o “onze ideal”. Marcos Aurélio e Rafinha juntos não tem quem segure. Monstruosa atuação do Tcheco. Só falta repetir o que faz dentro de casa, fora. Marcar gols é o que falta, pois as chances são criadas. Às vezes o time adversário é quem dá os contra ataques quando joga com o Coritiba, mas para o futebol ser efetivo é preciso marcar.

Que feio

Juro que estou até com preguiça de escrever sobre o final de semana dos nossos times. Feio. Horroroso. Um foi derrota com goleada, outro foi um empate sem gols e outro uma derrota para um time que vinha mal. O primeiro, o Paraná Clube, levou mais gols no jogo de sábado do que havia levado no campeonato inteiro. Era uma vez uma melhor defesa. Teve Pênalti perdido, jogador expulso. O ASA joga bem dentro da sua casa, vide os últimos resultados, 2 a 0 na “Barcelusa” (aliás, hoje em dia todo mundo é Barcelona. Incrível). E o Paraná perdeu a chance de não sair de lá goleado. Apesar do futebol do ASA dentro de casa, quem não erra tanto igual o Paraná errou, consegue um jogo mais equilibrado. Menos mal que o Tricolor ainda está no G4.

Para o Furacão, o empate sem gols pareceu mais uma derrota. Na noite de estreias de Renato Gaúcho e Santiago García, o gol não saiu e há quem diga que precise de um pastor para benzer as traves. O Atlético esteve melhor que nos outros jogos, realmente. Parece que Renato conseguiu dar um ânimo e apareceu até uma certa ansiedade, nervosismo para concluir as jogadas. Mas ainda está sendo o Atlético de antigamente, sem qualidades individuais. Só resta esperar a primeira vitória. Que ela não demore.

E para o Coritiba, mais uma vez o discurso de que “jogamos bem”, “tivemos vontade”, “tivemos garra, raça”. Não adianta jogar bem e não fazer gols, não existe taça de “equipe que jogou melhor, mas não ganhou o campeonato”. Joga bem em casa, convence, mas fora parece outro time. Dificilmente se aproveita um contra ataque, quando não faz o gol, jogador pisa na bola e vira até piada nacional. Até Marcos Aurélio perdeu gol. Precisa ter a mesma coragem que tem em casa, longe do Alto da Glória.

No final das contas…

Deu sono, mas nos 20 minutos finais pareceu que o Coxa ganhou asas. O que era um placar magro, virou elástico. O Coritiba ganha a segunda partida consecutiva e sobe quatro posições na tabela. Quando a mudança no time dá certo, os gols aparecem. E quando o juiz deixa o jogo fluir, o jogo começa a ficar mais interessante.

O Figueirense veio fechado. Não deu espaços. As oportunidades eram criadas pelo Coritiba, mas por azar nenhuma finalização tinha sucesso. E para quem não consegue gol de bola rolando, consegue de bola parada. Assim surgiu o primeiro gol do Coritiba. Emerson, além de ser uns dos melhores zagueiros do Brasil, também faz gols quando a coisa está apertada. E esse teve um gosto a mais, pois era contra o antigo rival, quando jogava no Avaí – apesar de jogador de futebol falar que o foco é no atual clube. A partir disso, o jogo melhorou e com a mexida radical que Marcelo Oliveira deu, quase no apagar das luzes, saíram mais dois gols em um minuto. Destaque para o gol de Léo Gago. Estava ouvindo a rádio CBN de Florianópolis depois do jogo e me surpreendi quando um torcedor do Figueirense falou que para fazer aquele gol ele só teria uma chance em um milhão. Ele não deve ter visto os gols que Léo fez no ano passado. E destaque também para o gol de Anderson Aquino, que entrou e mostrou, mais ainda, que em sua passagem pelo Coritiba está sendo brilhante. Fez o centésimo gol do Coritiba na temporada.

O Marcelo Oliveira mostrou não é conservador e teve coragem de mudar o time. Colocou o time para frente sem mexer no esquema. Foi corajoso. Ele foi ousado ao colocar quatro atacantes. Os jogadores mudam, mas não mudam o estilo de jogar.

Apesar do frio congelante, a torcida compareceu em peso.

Pra frente, Coritiba!

Sinal de vida

Ontem contra o Internacional, o Atlético mostrou que pode sobreviver, apesar da derrota por 1 a 0. Para quem já estava decretando morte cerebral, o time deu sinais no primeiro diagnóstico. Não é tarde para ajeitar a equipe. Acredite. Mas muita coisa precisa ser melhorada por lá. E o Renato Gaúcho está chegando para acalmar as coisas, ou não.

Se antes o Atlético estava completamente perdido, ontem acertou na defesa. Resistiram bastante, mas porque só jogaram na defensiva. A proposta era empatar e, mesmo assim, uma falha do seu melhor zagueiro favoreceu o Internacional, que não desperdiçou. A torcida se desespera: “quando não é Rafael Santos, é Manoel”. Contra ataque não existiu. O meio campo não cria. ‘El Morro’ não é a salvação. Afinal, a bola não chega. Fabrício tem que ser titular, pra já. Edgar Junior é esforçado, mas provavelmente sua melhor chance foi ontem, o Santiago chegando para ser titular ele perde seu espaço.

Como dizem, “se colocarmos no papel” esse time do Atlético, não era para estar na lanterna do Campeonato Brasileiro. Se o Renato Gaúcho – ou Portaluppi, como queiram – estiver chegando para realmente se comprometer em salvar o Atlético, não só pelo dinheiro, ele pode ter sucesso. Vamos esquecer seu passado, as mais de cinco mil mulheres que ele se vangloria tanto, porque apesar de sua vida badalada ele sabe, ele conhece. Precisa estar comprometido e passar isso para o elenco. Passar a motivação necessária. É isso que falta no Atlético: comprometimento, motivação, me dá a impressão que nenhum jogador joga com vontade. Eles precisam entender que não vieram só pra receber o salário no final do mês, estão trabalhando num clube de futebol que tem uma torcida de milhões de apaixonados pelo time, que eles mexem com o sentimento das pessoas também.

O Renato salvou o Grêmio no brasileiro do ano passado, levou a Libertadores, mas em 2008, depois de ser vice campeão da Libertadores, falou que ia brincar no Campeonato Brasileiro. Resultado: foi demitido do clube antes que fosse rebaixado. No mesmo ano, pegou o Vasco, que foi rebaixado sob seu comando. Em 2009, voltou para o Fluminense e de novo, foi demitido antes que o pior acontecesse. Em 2010, a história foi diferente, pegou o Grêmio e o salvou. É obvio, os clubes são diferentes, os jogadores são outros, mas parece que Renato Gaúcho já virou sinônimo de rebaixamento. Tomara que o sucesso de 2010 se repita em 2011 com o Atlético.

Avante, Furacão!

Comecei

Quando era mais nova, sempre achava que podia quebrar barreiras, pelo menos sonhava. Fazia planos de virar piloto da Fórmula 1. Sem conhecer a história, falava que seria a primeira mulher a disputar um grande prêmio. Outra carreira que pensava em seguir era a de piloto de avião, hoje em dia já temos mulher na aviação, mas naquela época não existia. Acho que minha sina era ser piloto de alguma coisa, me infiltrar onde só os homens tinham espaço. Quebrar tabus. Em paralelo, o jornalismo me rondava. Sempre fui curiosa e sempre gostei de assistir futebol, desde o jogo de futebol dos meninos no intervalo de aula no colégio até o futebol transmitido pela televisão. E lá ia a Cibele descobrindo mais um tabu para bater de frente, mas este seria levado mais a sério. Entrei na faculdade de jornalismo e me liguei fortemente com o futebol.

Hoje em dia, todas as mulheres do jornalismo esportivo carregam consigo a desconfiança ou o descrédito, mas estamos provando que a realidade é de que a mulher também sabe, temos vários exemplos na nossa imprensa paranaense. Aliás, qualquer mulher que vá ao estádio, que acompanhe um pouco mais o futebol, vai saber falar sobre. E cá estou, a procura do meu espaço e provando que também sei falar dessas coisas que os homens acham que só eles entendem. Já que não levei adiante o sonho de ser piloto de Fórmula 1 ou de avião, quero vencer o jornalismo esportivo.

Qualquer jornalista que goste da profissão sente a necessidade de escrever. E de ler. Em outubro de 2010, a jornalista Fábia Ioscote, do Redação em Campo me convidou para ser colunista, comecei escrevendo sobre o Coritiba, uma vez por semana o texto estava publicado. Mais tarde, comecei a escrever sobre o Trio de Ferro da capital. Parei de escrever por lá, mas a vontade não parou.

Há alguns anos atrás fiz um blog, mas a vontade não chamou o comprometimento e acabei abandonando. Quero manter esse. Eu juro escrever toda semana. Quero não só dar a minha opinião sobre o que acontece com o nosso futebol, mas também chamar a atenção para o futebol do Paraná. Vou escrever sobre futebol. Sem frescuras. Sou paranaense e quero contribuir para a valorização do futebol do nosso estado.

Sejam bem vindos e espero que gostem!